38º Porque é que a sorte dá muito trabalho?

38º Porque é que a sorte dá muito trabalho?
Com Paulo Dias, Global Brand Campaigns @ Nespresso.
Será a sorte que dá muito trabalho ou o trabalho que dá muita sorte? Esta é a Bela Questão lançada pela Amália Carvalho ao Paulo Dias, com quem estudou na universidade. O episódio vai inspirar-te a acreditar em ambos: na sorte e no trabalho. A história do Paulo Dias, Global Brand Campaigns @ Nespresso, na Suíça, inspira-nos a acreditar que “nós podemos tudo”. 

Sem saber falar francês, foi para a Suíça, onde os seus pais já moravam. Em três meses, fechou-se em casa a aprender o novo idioma e assim enviou o seu primeiro currículo para uma empresa de comunicação. Assim começou a sua história profissional, extremamente atribulada, a quem muitos chamam sorte, que teve paragens tão distintas como: estágio em comunicação, especialista de comunicação digital na Nestlé, estudante de medicina e finalmente Global Brand Campaigns. 

O que podes retirar deste episódio

#1 O esforço compensa sempre

O Paulo mostra-nos os bastidores de tudo o que fez para conseguir entrar profissionalmente na empresa onde queria, assim como o trabalho que teve para poder ingressar no Curso de Medicina. 

#2 Lidar com as frustrações faz parte da vida
Nem tudo corre bem à primeira, mas a forma como continuamos focados no objetivo é determinante. Quando teve de abdicar do sonho da medicina por problemas pessoais, o Paulo enfrentou alguns receios, nomeadamente ter estado parado três anos na área da comunicação. Mas a estratégia que usou para voltar ao mercado de trabalho na empresa de sonho foi eficaz e ele conta-nos como fez.

#3 Ser feliz é o último objetivo
Se pudesse colocar um mega outdoor nas ruas, o Paulo escreveria: “Sejam felizes”. Percebemos que a medicina e o estágio com crianças oncológicas contribuiu para a sua forma de ver a vida. 

#4 Reconhecer o fator sorte não diminui o trabalho necessário
Desde cartas à universidade, chamadas a contactos que criou em entrevistas, à criação de um vídeo criativo espetacular, o Paulo nunca baixou os braços e foi à luta para atingir os seus objetivos, com foco e disciplina. No entanto, a sua humildade leva-o a reconhecer o factor sorte na sua vida, o factor do acaso que não controlou e que, juntamente com o seu mérito, lhe permitiram estar feliz profissionalmente. 

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